LIXO É CRIME E QUESTÃO DE SAÚDE
A limpeza é feita e então, no dia seguinte - quando não no mesmo dia - a rua está coberta de lixo e entulhos novamente.
Assunto recorrente nos telejornais matinais, principalmente na cidade de São Paulo e região metropolitana, o descarte irregular de lixo deixou o status de falta de educação para se tornar um grave problema de saúde pública.
As chuvas estão aí, inclusive, enquanto escrevo este texto, cai uma tempestade no ABC Paulista.
O poder público sabe onde está o problema e, quando não sabe, a população do bem ajuda com denúncias.
No entanto a cidade de São Paulo é maior do que muitos países, o que prejudica a fiscalização sensivelmente.
O caminho mais assertivo na busca pela solução passa pela TECNOLOGIA.
Analítico de vídeo Digifort.
A câmera apontada para o local do descarte é programada para iniciar a gravação após 10 segundos - por exemplo - caso alguém fique parado ali, esteja de carro ou a pé.
No 10° segundo a imagem é enviada ao agente público mais próximo da ocorrência. Assim, ele chega rapidamente e pode aplicar as sanções cabíveis.
Mas, e se as pessoas simplesmente passarem com o carro e jogarem o saco de lixo pela janela, em menos de 10 segundos?
A mesma câmera, com a quantidade de pixels adequada, registrará as placas de todos os carros que entrarem naquela rua. Moleza identificá-lo!
Importante salientar que, na maioria das vezes o lixo é jogado em ruas com pouco movimento de veículos.
Fazendo o "advogado do diabo"....
E se depois de algum tempo, ninguém mais jogar lixo e entulho ali? Fico com uma câmera sem utilização?
Excelente a sua pergunta!
De jeito nenhum. O software pode ser redirecionado à uma outra câmera instalada em outro ponto. A câmera ali instalada passa ser um inibidor ou então pode continuar sendo utilizada para outro analítico - mas para saber qual, precisamos entender a necessidade.
Sem dúvida que o investimento retorna aos cofres públicos em um curto espaço de tempo com a aplicação de multas.
O software não sai para fazer xixi, não almoça, não bebe água, não entra com processo trabalhista e não vai no enterro da avó!
É pra se pensar!
E na sua empresa ou cidade?
Existe alguma situação em que você já pensou utilizar ou substituir o seu sistema de monitoramento?
Eu gostaria de conhecer!
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